A Verdade que Precisas de Saber Antes de Ser Consultor. 80% de Comissão?

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80% de Comissão ou o Modelo Certo?

A verdade que precisas de saber antes de ser Consultor de Viagens. Um artigo essencial sobre comissões, margens, mercado quente, criação de equipa e porque o modelo certo pode mudar completamente o teu crescimento no setor das viagens.

VV
80% de Comissão? A Verdade que Precisas de Saber Antes de Ser Consultor de Viagens!
Antes de escolher uma comissão, entende o modelo onde essa comissão existe

Entrar no mundo das viagens parece simples.

Hoje aparecem várias propostas com frases muito fortes:

“Ganha 60%, 70% ou 80% de comissão.”
“Não precisas de equipa.”
“Aqui ganhas mais por venda.”
“Os modelos com equipa não compensam.”

À primeira vista, isto pode parecer lógico.

Mas há uma grande diferença entre aquilo que parece melhor e aquilo que realmente funciona.

E essa diferença tem um nome:

O modelo.

Porque o problema nunca foi apenas a comissão.

O problema sempre foi o modelo onde essa comissão existe.

1
A pergunta que quase ninguém faz: 80% de quê?

Quando uma agência diz que paga 60%, 70% ou 80%, a pergunta certa é:

80% de quê?
Porque, essa percentagem é sobre o lucro da agência.
Não é sobre o valor total da reserva.

E isto muda tudo.

Uma reserva pode ter um valor elevado, mas a agência não ganha sobre tudo. Existem taxas, margens reduzidas, produtos com pouca rentabilidade e muita pressão de preço.

Por isso, quando alguém diz:

“Aqui ganhas 80%”

a verdade completa é:

Ganhas 80% do lucro da agência, não 80% do valor da reserva.

E esta diferença é enorme.

2
A realidade das margens no setor das viagens

O setor das viagens é competitivo.

Muito competitivo, porque:

O cliente compara preços.
As plataformas online estão por todo o lado.
Os operadores trabalham com margens diferentes.
Nem todos os produtos dão a mesma rentabilidade.
E não se ganha comissão sobre tudo, especialmente sobre taxas.

Por isso, a margem média anual de uma agência competitiva ronda valores controlados.

Na prática, muitas vezes falamos de uma média próxima dos 10%.

Isto quer dizer que uma agência que queira ser competitiva não pode simplesmente trabalhar sempre com margens altas.

Se colocar margens demasiado elevadas, deixa de vender.

E se deixa de vender, não há comissão nenhuma.

3
O problema dos exemplos bonitos

Muitas agências usam exemplos com margens altas para mostrar ganhos mais atrativos.

Mas isso não representa a média real do ano.

Podem existir reservas com margens melhores?

Sim.

Mas também existem last minutes, cruzeiros, pacotes e produtos com margens mais baixas.

Por isso, apresentar exemplos muito favoráveis pode criar uma ilusão.

A pessoa entra a pensar que vai ganhar muito, mas depois percebe que para ganhar valores relevantes precisa de vender muito.

E é aqui que começa o verdadeiro problema.

4
Ganhar 2.000€/mês sozinho em viagens é extremamente difícil

Vamos ser claros.

Ganhar cerca de 2.000€ por mês sozinho no setor das viagens é muito, muito difícil.

Em part-time, para a maioria das pessoas, é praticamente impossível de manter.

Em full-time, é possível para alguns, mas exige muita pressão, muita consistência, muita disponibilidade e um volume alto de vendas todos os meses.

E a questão é simples:

Tu tens 24 horas por dia.
Tens duas mãos.
Tens uma boca.
Tens energia limitada.
Tens capacidade limitada.
Tens um número limitado de contactos.
Não consegues multiplicar-te.

Se trabalhas sozinho, tudo depende de ti.

Tu tens de vender.
Tu tens de responder.
Tu tens de fazer orçamentos.
Tu tens de procurar soluções.
Tu tens de tratar das reservas.
Tu tens de resolver problemas.
Tu tens de acompanhar clientes.
Tu tens de lidar com alterações.
Tu tens de estar disponível antes, durante e depois da viagem.

Ou seja:

Não estás apenas a vender viagens. Estás a fazer o trabalho de uma agência inteira sozinho.

E isso limita-te muito.

5
O ciclo perigoso de trabalhar sozinho

Quando trabalhas sozinho, chegas rapidamente a um limite.

No início, vendes ao teu mercado quente: amigos, família, conhecidos, contactos próximos.
Mas o teu mercado quente é pequeno.
Mais cedo ou mais tarde, vais precisar de vender fora desse círculo.

E quando entras no mercado frio, acontece o normal:

o cliente compara preços,
pede várias propostas,
procura o mais barato,
e tu começas a sentir pressão para baixar preço.
Quando baixas preço, a margem diminui.

Quando a margem diminui, a comissão também diminui.

Então tens de vender ainda mais para ganhar o mesmo.

E entras neste ciclo:

mais trabalho, mais esforço, mais pressão… para o mesmo rendimento.

Isto é o que muitos não dizem.

6
O problema das “mini agências”

Muitos destes modelos estão, na prática, a criar mini agências.

Cada pessoa trabalha sozinha, tenta vender sozinha, tenta captar clientes sozinha e tenta resolver tudo sozinha.

Mas se muitas agências tradicionais já têm dificuldades, mesmo ficando com toda a margem para elas, faz sentido perguntar:

Porque razão alguém, fazendo o mesmo trabalho, com menos margem, teria mais facilidade?

A verdade é que não teria.
O modelo continua a ser o mesmo.
Mesmas dificuldades.
Mesma concorrência.
Mesma pressão.
Mesmos limites.
Mesmo mercado.
Mesmas margens apertadas.

A única diferença é que a pessoa está sozinha.

E isso não é uma vantagem.
É uma dificuldade ainda maior.

7
O problema da concorrência dentro da própria agência

Há outro ponto que poucas pessoas pensam antes de entrar.

Nessas agências onde cada consultor trabalha sozinho, existem muitas pessoas exatamente na mesma posição.

Todas querem vender.
Todas querem fechar reservas.
Todas têm acesso aos mesmos produtos.
Todas podem competir pelo mesmo cliente.

E quando há muitos consultores iguais, dentro da mesma estrutura, a vender os mesmos produtos, o que acontece?

Começa a guerra do preço.
Uns baixam mais.
Outros tentam acompanhar.
As margens descem.
As comissões descem.
O mercado fica desvalorizado.

Isto não é justo.

Nem para o consultor.
Nem para a empresa.
Nem para o cliente.
Nem para o setor.

Na verdade, isto pode ser a morte silenciosa desse modelo.

Porque todos parecem independentes, mas acabam a concorrer uns contra os outros.

8
A diferença fundamental da Vooviver Viagens

Na Vooviver Viagens, a lógica é diferente.

O objetivo não é criar pessoas isoladas a tentar sobreviver sozinhas.
O objetivo é criar uma estrutura onde cada pessoa possa crescer com foco, apoio e modelo.

Na Vooviver, não tens de ser “a agência inteira”.

O teu foco principal é:

Fazer orçamentos, acompanhar o processo e trabalhar aquilo que realmente faz crescer.

E o que faz crescer?

1. Auto consumo

Usares o sistema para as tuas próprias viagens, perceberes o funcionamento, ganhares experiência e beneficiares também como consumidor.

2. Venda direta ao mercado quente

Trabalhares pessoas que já te conhecem, onde existe relação, confiança e proximidade.

3. Criação de equipa

Ajudares outras pessoas a fazer o mesmo, cada uma com o seu mercado quente.

E aqui está a grande diferença:

O teu mercado quente é pequeno. Mas o mercado quente de uma equipa é enorme.

9
A chave está no mercado quente da equipa

Sozinho, tens apenas o teu círculo.

Em equipa, tens vários círculos.

Cada pessoa conhece pessoas diferentes.
Cada pessoa tem contactos diferentes.
Cada pessoa tem oportunidades diferentes.
Cada pessoa pode vender ao seu próprio mercado de confiança.

Isto muda tudo.

Porque, em vez de uma pessoa tentar vender muito, tens várias pessoas a vender pouco ou moderadamente.

E pouco de muitos dá muito.
Esse é o princípio.
Não é magia.
Não é motivação vazia.

É matemática simples.

10
O nosso modelo de comissão é transparente

Muitas agências dizem 60%, 70% ou 80%, mas sobre o lucro.

Na Vooviver Viagens, falamos em percentagens sobre o valor total da reserva.

E isso é muito mais claro.

No modelo Team Pro, a estrutura pode chegar a cerca de 6% sobre o valor total da reserva em equipa.

E isto equivale, de forma aproximada, a cerca de 60% do lucro médio de uma agência competitiva.

Mas há uma grande diferença:

não é apenas uma comissão individual. É uma comissão com multiplicação e escalabilidade.

Ou seja, o valor não depende apenas da tua venda direta.

Depende também da estrutura que ajudas a construir.

E é aqui que o modelo muda completamente.

11
A comissão direta pode parecer menor, mas o potencial total é maior

É fácil alguém dizer:

“A tua comissão direta é baixa.”

Mas essa frase ignora o mais importante.

A pergunta certa não é:

Quanto ganho por uma venda?

A pergunta certa é:

Quanto posso construir no total?

Porque ganhar muito por venda, mas vender pouco, não cria crescimento real.

Mais vale ganhar uma percentagem menor de muito volume do que uma percentagem alta de pouco volume.

E o volume sozinho tem limite.

O volume em equipa pode crescer continuamente.

12
Mesmo quando há revisão de preço, protegemos o modelo

Outro ponto muito importante: na Vooviver, quando excecionalmente existe necessidade de rever preço para ajudar a fechar uma reserva, mantemos o valor das comissões.

Isto é muito relevante.

Porque no modelo tradicional, quando baixas o preço, normalmente baixas a margem e, consequentemente, baixas também a comissão.

Na prática, trabalhas mais e ganhas menos.

Na Vooviver, o modelo foi pensado com base na média realista de lucro de uma agência competitiva, e procuramos proteger a lógica das comissões mesmo quando há ajustes excecionais.

Isto torna o modelo mais previsível, mais justo e mais sustentável para quem está a construir a sua atividade.

13
“Mas outros ganham sobre mim…”

Esta é uma das críticas mais comuns ao modelo de equipa.

Dizem:

“Nesse modelo, outros ganham sobre ti.”

Sim.

E tu também podes ganhar sobre outros.
Esse é o ponto.
Não se trata de alguém tirar algo de ti.
Trata-se de aceitares ganhar menos diretamente para poderes participar num volume muito maior.

O modelo individual paga-te apenas pelo que tu fazes.

O modelo de equipa permite-te ganhar também pelo que ajudas a construir.

E isto muda tudo.
Porque sozinho tens limite.
Em equipa tens escala.

14
A maior diferença é esta: no modelo individual trabalhas, no modelo certo constróis

No modelo individual, todos os meses tens de começar de novo.

Novo mês.
Novas vendas.
Novos clientes.
Nova pressão.
Novo esforço.
Se paras, o rendimento para.

No modelo de equipa, o objetivo é diferente.

Não estás apenas a vender.
Estás a construir uma estrutura.
E uma estrutura, quando bem acompanhada, pode continuar a crescer.
É por isso que o modelo é tão importante.

Porque no modelo errado, trabalhas muito e continuas preso ao teu limite.

No modelo certo, o teu esforço começa a criar algo maior do que tu.

15
Escalar exige investimento, e nem todas as agências conseguem

Existe outro motivo pelo qual muitas agências criticam modelos de equipa.

Para escalar, é preciso investimento.

Muito investimento.

É preciso:

sistemas,
tecnologia,
plataformas,
programação,
sites,
áreas internas,
suporte,
formação,
processos,
equipa humana,
organização.
Servidores

Isto não se improvisa.

Isto custa dinheiro.
Isto demora tempo.
E nem todas as agências têm estrutura para o fazer.

Por isso, quando não conseguem escalar, criticam.

Dizem que não funciona.
Dizem que é uma treta.
Dizem que não é justo.

Mas muitas vezes não criticam porque o modelo está errado.

Criticam porque não conseguem implementá-lo.

16
O mercado já mostrou que o modelo de equipa funciona

Os maiores exemplos de crescimento neste setor mostram uma coisa muito clara:

as empresas que escalam trabalham com pessoas, estrutura, volume e equipa.

Não crescem porque uma pessoa vende muito.
Crescem porque muitas pessoas vendem.
Algumas vendem muito.
Outras vendem pouco.
Algumas nem vendem todos os meses.
Mas o conjunto cria volume.
E volume é o que muda tudo.

Há exemplos de consultores neste tipo de modelo que começaram com comissões consideradas baixas, tiveram dúvidas, pensaram em desistir, mas mantiveram-se.

Com o tempo, construíram equipa.
E hoje existem estruturas que faturam milhões por mês, com centenas ou milhares de consultores.

Isto contradiz completamente a ideia de que o modelo de equipa não funciona.

Funciona.
Mas exige visão, paciência, consistência e sistema.

17
Porque é que esses consultores não vão para modelos de 80%?

Esta é uma pergunta muito importante.

Se ganhar 80% sobre o lucro fosse assim tão melhor, porque é que os maiores consultores de modelos com equipa não saem para criar uma agência própria ou trabalhar num modelo individual?

A resposta é simples:

porque sabem que nunca conseguiriam fazer o mesmo volume sozinhos.
Podiam ganhar mais por venda.
Mas ganhariam menos no total.
Porque o modelo individual não permite a mesma escala.
Não é falta de capacidade.

É limitação do modelo.

18
O erro de decidir apenas pela comissão

Muitas pessoas escolhem pela comissão porque parece mais fácil de comparar.

Mas isso é perigoso.

Porque a comissão é apenas uma parte da equação.

Tens de perguntar:

Vou trabalhar sozinho ou em equipa?
Vou ter suporte ou vou fazer tudo?
Vou depender apenas do meu tempo?
Vou conseguir crescer para além do meu mercado?
Vou competir por preço?
Vou ter sistema?
Vou ter formação?
Vou ter estrutura?
Vou poder construir equipa?
Vou criar algo a longo prazo?

Estas são as perguntas certas.

Porque a decisão não é entre 3,5%, 6%, 60%, 70% ou 80%.

A decisão é entre:

um modelo que te limita, ou um modelo que te permite crescer.

19
A verdade sobre ganhar 2.000€/mês

Muita gente entra neste setor com o sonho de ganhar 1.000€, 2.000€ ou mais por mês.

Mas a realidade tem de ser dita.

Ganhar 2.000€/mês sozinho no setor das viagens, de forma consistente, é extremamente difícil.

Em part-time, para a maioria das pessoas, está muito perto de ser impossível.

Em full-time, pode acontecer, mas exige muito volume, muita pressão, muita disponibilidade e muita capacidade comercial.

Já em equipa, o objetivo torna-se muito mais realista, porque o volume não depende apenas de uma pessoa.

Quando várias pessoas vendem um pouco, o conjunto pode criar resultados que uma pessoa sozinha dificilmente conseguiria alcançar.

20
A decisão que tens de tomar

Se estás a pensar ser consultor de viagens, não olhes apenas para a promessa mais bonita.

Olha para a realidade.

Pergunta-te:

Quero ser uma mini agência sozinha, a fazer tudo, a competir por preço, com limite de tempo e energia?

Ou quero entrar num modelo onde posso vender, aprender, crescer, criar equipa e construir algo maior?

Porque esta é a verdadeira decisão.

Não estás apenas a escolher uma empresa.

Estás a escolher o teu caminho.

Conclusão: o problema nunca foi a comissão. O problema sempre foi o modelo.

80% parece melhor… até perceberes que estás sozinho.

Parece melhor… até perceberes que é sobre o lucro, não sobre a reserva total.
Parece melhor… até perceberes que tens de fazer tudo.
Parece melhor… até perceberes que tens concorrentes dentro do mesmo modelo.
Parece melhor… até perceberes que o teu mercado é limitado.
Parece melhor… até perceberes que vender muito sozinho é extremamente difícil.
Parece melhor… até perceberes que crescimento real precisa de equipa, estrutura e escala.

A Vooviver Viagens acredita num modelo diferente.

Um modelo onde não dependes apenas de ti.
Um modelo onde trabalhas o teu mercado quente, crias equipa e ajudas outras pessoas a fazer o mesmo.
Um modelo onde o objetivo não é apenas ganhar numa reserva.
É construir algo maior.

Porque no fim, a verdade é simples:

Não é sobre quanto ganhas por venda. É sobre quanto consegues construir no total.

E se queres crescer realmente no setor das viagens, a escolha não deve ser feita apenas pela comissão.

Deve ser feita pelo modelo.

E o modelo certo muda tudo.

O que quase ninguém te oferece (e aqui tens)

Há algo que muda completamente a forma como deves olhar para esta decisão.

E quase ninguém fala disto.

A Vooviver Viagens não está sozinha

A Vooviver faz parte de um grupo.

E isso muda completamente o potencial do que podes construir.

O que isto significa na prática?

Não estás apenas a entrar no setor das viagens.

Estás a entrar num ecossistema de negócios.

Dentro do mesmo grupo, tens acesso a várias áreas

Além da Vooviver, podes trabalhar também com:

• Lendas Sublimes
• Casa do Café
• Casa da Higiene
• Prestige Gourmet

Cada uma destas áreas tem:

• Produtos diferentes
• Públicos diferentes
• Oportunidades diferentes
• Planos de comissão próprios

E agora pensa nisto com visão

Hoje, pode interessar-te apenas viagens.

Amanhã?

Pode não ser só isso.

E aqui tens algo que mais ninguém te oferece:

A possibilidade de crescer em várias áreas, dentro do mesmo modelo.

O verdadeiro diferencial

No Grupo Lendas:

• Não vendes apenas produtos
• Aprendes a criar negócios
• Aprendes a trabalhar online
• Aprendes a trabalhar a partir de casa ou de qualquer lugar

E sempre com o mesmo princípio

Auto consumo
Venda direta
Criação de equipa

O modelo mantém-se… mas o potencial multiplica-se.
O que isto significa a longo prazo

Não estás limitado a um negócio.
Não estás limitado a um produto.
Não estás limitado a uma fase da tua vida.

Estás a construir algo que pode evoluir contigo.
E aqui está a grande diferença

Outras empresas oferecem-te:

• Um produto
• Uma comissão
• Um modelo limitado

Aqui tens:

Um sistema completo de crescimento pessoal e profissional.

Frase forte para fechar este tema

Não estás apenas a escolher ser consultor de viagens…estás a escolher fazer parte de um modelo que te permite construir vários negócios no futuro.

Para quem pensa mais à frente

Este modelo é para quem:

• Não quer depender de uma única fonte de rendimento
• Quer crescer com visão
• Quer construir algo a longo prazo
• Quer sair do padrão normal

Verdade final deste ponto

Hoje pode ser viagens.
Amanhã pode ser muito mais.

E isso…

ninguém te está a oferecer da mesma forma.

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